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O princípio de valor aplicado na prática: análise de sensibilidade!

Existem muitos meios para se atingir o valor da empresa, entretanto, ainda há muitas dúvidas quanto a subjetividade dos modelos.

Não quero aqui descrever como atingir esses valores, mas sim comentar sobre um recurso muito utilizado para amortecer as diferenças entre esses métodos, estou falando da análise de sensibilidade.

Essa análise permite descrever as mudanças macroeconômicas que o nosso mercado opera, se imaginarmos que a Selic estava há menos de 1 ano em 2% nenhum investidor externo acreditaria, pois é, tudo se move, tudo muda e na avaliação não é diferente!

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Tudo no complexo arcabouço de cálculos de uma avaliação apresenta uma dose de subjetividade, esse é o preço de tentarmos descobrir um futuro cada vez mais incerto, com isso operamos com análise dos riscos, e garanto que risco não falta para o empresário, fiscal, trabalhista, ambiental, mercado, governo, mundo, produto, e muitos outros.

Os riscos são medidos por agências de rating analisam o risco país, risco do setor de atuação da empresa e principalmente o risco do capital do dono do negócio, são muitos detalhes que não podemos esquecer, mas podemos alinhar isso!

No complexo relatório de avaliação, está presente a análise de sensibilidade conforme quadro abaixo, além disso, temos todas as variações de custos e condições mercadológicas que afetarão o futuro da empresa, assim, os cenários mais pessimistas estão listados em vermelho e quando estão se encaminhando para o verde são aqueles cenários em condições melhores.

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Essa informação para o gestor é preciosa e faz com que haja um norte e muitas possibilidades, refletindo no caixa em cada momento da sua trajetória.

Na linha temos a composição do “g” (Growth) que significa a taxa de crescimento real do faturamento da organização, assim, poderemos entender se a empresa crescerá 5% ou 3% acima da inflação, colocaremos qualquer fator nesse momento, até mesmo 0% para a estagnação e até negativo quando o negócio está com um cenário muito pessimista. Na coluna colocamos o WACC (peso médio do custo de capital), ou seja, é a taxa do investidor, custo de oportunidade, taxa minima de atratividade e podemos descrever muitos nomes para o mesmo indicador, mas muitos a denominam de taxa de desconto do fluxo de caixa, nesse exemplo, está em 10% aproximadamente, mas veja como o tempo é implacável, hoje estaria por volta de 18% seguramente, pois é, o mundo gira.

Outro ponto de destaque são os indicadores comparativos a outras empresas do mesmo ramo, trata-se de uma análise de sinergia e concorrência, muito explorado pelos gestores.

Dentro os KPIs (indicadores) destaco aqueles que demonstram dispêndios e rentabilidades, além do EBITDA (Lucro antes dos juros, impostos, depreciações e amortizações) que é o indicador que demonstra a geração de caixa da organização no futuro.

     

      • EVA – Valor Econômico Agregado (Economic Value Added)

      • EBITDA – Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization)

      • EBIT – Lucro operacional (Earnings Before Interest, Taxes)

      • CAPEX / OPEX – Custo de investimento em estrutura operacional e manutenções(Capital Expenditure /Operational Expenditure)

      • GOODWILL-valor da clientela (valor da marca da organização)

      • CAPM – Custo do capital próprio (Capital Asset Pricing Model)

      • WACC – Custo médio ponderado do capital da organização (Weighted Average Cost of Capital)

      • DFC – Fluxo de Caixa Livre (Discounted Cash Flow – DCF)

      • FUNDO DE COMÉRCIO – valor da organização sem considerar capital de Giro e contingências

      • FIRM VALUE – Valor do negócio descontado as dívidas líquidas

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    Conheça algumas sugestões:

     

    • Realize projeção de resultados para os próximos 5 anos;

    • Projete as receitas e gastos, além dos indicadores de EBITDA;

    • Calcule a necessidade de capital de giro.

    • Lembre-se que a contabilidade deve estar atualizada e nas melhores práticas;

    • Planejamento estratégico com metas definidas;

    • Taxa de crescimento lastreado no planejamento estratégico;

    DRE Gerencial com histórico de no mínimo 3 anos;

    EBITDA % analisado conforme setor de atuação;

    • Tenha um BUDGET alinhado com o planejamento estratégico até a data atual (YTD):

    • Invista em programas de incentivo à inovação.

    • Invista em programas de combate às falhas.

    • Invista de forma contínua na melhora nas relações humanas com colaboradores, fornecedores e clientes.

    Recordo que todo o trabalho de avaliação (valuation) é aceito por bancos e demonstram solidez da gestão e perpetuidade da companhia. Para o gestor configura-se um documento que demonstra o futuro da organização e seus indicadores são comparativos, ou seja, podem posicionar a empresa em comparação aos concorrentes.

    Assista esse vídeo e entenda a importância de avaliar uma empresa:

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